sexta-feira, 26 de junho de 2009
Rodoviários reúnem-se com o Ministro do Trabalho para tratar da redução da jornada no setor de transporte coletivo

O Grupo de Trabalho da CNTTT, NCST e Federações realizou no dia 24 de junho reunião com o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, em defesa de reivindicações dos trabalhadores em transportes terrestres.
Esteve presente o presidente da CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres), Omar José Gomes, e os demais integrantes do GT da CNTTT, Epitácio Antonio dos Santos (Fetropar), Hamilton Dias de Moura (Fettrominas), Luiz Antonio Festino (Fttresp), Geraldo Abílio Meireles (Fttresp) e José Alves do Couto (Fttresp), além de outros companheiros dirigentes de sindicatos filiados às Federações e à NCST.
A reunião teve como principal objetivo discutir com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, a redução da jornada de trabalho dos motoristas do transporte coletivo para 6 horas, e chegar a uma decisão que não seja prejudicial à categoria como a atualmente em vigor. Os representantes defenderam também uma maior infra-estrutura no alojamento de tais em horários de almoço e descanso, bem como alterações na jornada em vigor.
“No Paraná já temos um bom percentual de motoristas e cobradores do setor de transporte coletiivo urbano que já trabalham com a jornada de 6 horas. Agora devemos trabalhar para expandir isso para todos”, defendeu o presidente da Fetropar na reunião.
O ministro do MTE escutou o posicionamento de todos os dirigentes sindicais presentes na ocasião, e então pediu ao secretário das relações de trabalho, Luiz Antônio de Medeiros, um espaço para ouvir também os representantes patronais da categoria. Por fim Carlos Lupi agradeceu a todos os presentes, e reiterou a necessidade um novo encontro a ser marcado após ter ouvido as duas realidades. A reunião com os representantes patronais ocorre no próximo dia 30/06.
Fonte: Fetropar com informações da NCST
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julho 15th, 2009 at 17:45
O caos que está nas grandes metropóles nos horários de pico e as jornadas excessivas de trabalho,sem falar nas pressões dos patrões e a insegurança, vem fadigando cada dia mais o motorista do transporte coletivo, acarretando em sérias consequencias, como, acidentes e varias doenças ocupacionais, com certeza a única saída de imediato, para uma reversão nesse quadro seria a redução da jornada de trabalho.
julho 29th, 2009 at 12:36
Caro Araílton,
Obrigado pelo contato. Com certeza a fadiga é um problema crônico nas relações de trabalho no transporte. Isso precisa ser modificado urgentemente.
Continue acessando o nosso site para saber das novidades.
Atenciosamente,
Equipe Defesa de Trabalhadores